O Salmo 23 — «O Senhor é meu pastor, nada me faltará» — é um dos salmos mais amados da Escritura, atribuído ao rei David. Sua imagem central — a do Senhor que apascenta seu povo como pastor que cuida das ovelhas, levando-as a pastos verdes, a águas tranquilas, e guardando-as «ainda que ande pelo vale tenebroso» — recolhe uma das imagens mais profundas da teologia bíblica. Cristo aplicou a si próprio a imagem do Bom Pastor (Jo 10,11). O salmo reza-se tradicionalmente em momentos de luto (os funerais católicos o incluem sempre), em provas ou medo, em leitos de enfermos terminais, e como confissão cotidiana de confiança.
5 min
Duração
1 dia
Compromisso
Para iniciantes
Nível
Cristo, Bom Pastor · Rei David
Santo padroeiro
Pode rezar-se: (a) como oração diária, especialmente no início e fim do dia; (b) em provas ou medo, devagar; (c) ante um funeral ou luto recente; (d) ante enfermo grave; (e) como meditação na Lectio Divina. A Liturgia das Horas inclui-o em diferentes posições. Memorize-o; cabe em uma só leitura atenta. A tradução litúrgica da CNBB é a mais usada no Brasil. Tradição brasileira: rezá-lo cada noite antes de dormir, no início de uma viagem, ou em ação de graças.
O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados me faz repousar; conduz-me às águas tranquilas e refresca minha alma. Guia-me por sendas retas pelo amor do seu Nome. Ainda que eu ande pelo vale tenebroso, nenhum mal temerei, porque tu estás comigo: tua vara e teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa diante de meus adversários; unges com óleo minha cabeça, e meu cálice transborda. Bondade e graça me acompanham todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para sempre. (Salmo 23, tradução litúrgica da CNBB)
Coordene oração sustentada por alguém que você ama. Voluntários preenchem horários de 30 minutos cobrindo dias ou semanas; a família recebe um buquê espiritual no final.
Convide um pequeno grupo para rezar isto com você. Todos recebem o mesmo texto, o mesmo ritmo, a mesma intenção.